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27 de janeiro de 2012

Retorno concreto no mercado de imóveis

 

A valorização dos imóveis, que no ano passado subiram 26,3% em média, segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e o site especializado Zap, deve continuar. Isso porque a tendência para as duas principais variáveis que interferem nos preços — renda e crédito imobiliário — também é de alta. Em tempos de juros mais baixos e da realização de importantes eventos esportivos no país, investir no setor imobiliário pode ser uma boa pedida.

Há muitas formas de obter retorno com a expansão imobiliária, mas três são destacadas por especialistas: obter renda com os aluguéis (que devem representar entre 0,7% e 1% do valor total para ser interessante), ganhar na hora da venda (com prêmio sobre o valor de compra original) e aplicar em fundos imobiliários (que fazem as duas coisas).

Para quem optou pela primeira alternativa, a boa notícia é que o número de processos na justiça por inadimplência nos contratos de aluguel chegou, em 2011, ao menor nível desde 1993 (18.655 no Estado de São Paulo), segundo o Secovi-SP. Segundo o professor de Gestão de Negócios Imobiliários da ESPM, Ricardo Carazzai, apesar do “boom” imobiliário, o investimento ainda é ótimo negócio. “Há uma garantia e segurança, e nos últimos 30 anos, a modalidade nunca perdeu o fôlego, mesmo em anos de crise”. Mas investir no segmento requer cuidados. É preciso ficar atento ao bairro escolhido, se tem risco de enchente ou se pode ser desapropriado por conta de obras públicas como metrô; avaliar se há liquidez para o tipo de imóvel escolhido (número de dormitórios); verificar a necessidade de reforma no caso de imóveis usados; analisar o valor do metro quadrado para evitar comprar algo que já esteja super valorizado e, ainda, pedir ajuda especializada para os trâmites legais. “Se o investidor comprar um imóvel que já está caro, o investimento acaba perdendo até para a poupança, pois na renda obtida como aluguel, incide imposto de renda enquanto na caderneta, não”, alerta Gustavo de Carvalho Chaves Mello, consultor financeiro.

Para aqueles que possuem capital para adquirir um imóvel novo na planta, a dica do professor da ESPM é fazer a compra nos primeiros dias de lançamento, pois os preços são reajustados à medida em que a demanda cresce. “Tente ser um dos primeiros. E na hora de vender, faça antes da entrega do imóvel.” Mello acredita que o imóvel serve para todos os perfis de investidor, mas acredita que o ideal é ter certo conhecimento do setor. “É adequado para aqueles que já possuem situação financeira confortável”, diz. O consultor alerta ainda que a aplicação deve compor uma cesta de investimentos, pois pesa sobre a modalidade a falta de liquidez, já que a venda nunca é imediata. “O segredo é comprar barato, ganhar com o aluguel ou vender por, pelo menos, 20% ou 30% a mais do que pagou.”

Ricardo Carazzai é diretor de Imóveis Prontos na Fernandez Mera.

Matéria criada pelo Brasil Econômico.





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26 de janeiro de 2012

Lançamento | Mozaik Vila Sonia

A Brookfield Incorporações e Fernandez Mera convidam você para um evento especial com as delicias do Desfrutti para deixar seu fim de semana mais saudável e saboroso.

Além de aproveitar uma oportunidade única de morar em um dos bairros que mais crescem em São Paulo.  Venha fazer parte de um universo exclusivo no Mozaik Vila Sônia.

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Apartamentos de 2 e 3 dormitórios ( 1 suíte ) com 64 e 82 m² privativos, lazer completo com um verdadeiro mosaico de opções, e também o exclusivo mall de conveniência no térreo.
Ao lado da futura estação Vila Sônia e com total infraestrutura da região, além de facilidade de acesso.
Visite os apartamentos decorados e confira as condições especiais com os corretores Fernandez Mera.

Quando: Dia 28 e 29 de Janeiro
Onde: Av. Professor Francisco Morato, 4880 – Vila Sônia – São Paulo/SP
Horário: a partir das 10 da manha.

Mais informações, ligue (11) 3066-1005
Saiba mais sobre o Mozaik Vila Sônia em nosso Portal





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26 de janeiro de 2012

Casa Nova, (Como receber amigos)

Vamos dar uma passadinha para conhecer a casa nova! São eles: os amigos chegando para te dar aquele abraço e desejar felicidades.

E aí bate o desespero, porque na verdade nunca estamos preparados para surpresas de última hora. Mas com amigos chegando na hora do jantar, o informal é sempre a melhor maneira de receber, usando o que você já tem com alguns toques. Siga o esquema abaixo, que pode ser usado com família, amigos, colegas de trabalho. Faça uma cópia e deixe dentro do armário de louças para que sua secretária do lar vá se acostumando:

 

E atenção:

1.Não servir mais que quatro pratos, incluídos queijos e sobremesas.
2.Alternar pratos frios e quentes para que não haja o problema de se manter uma quantidade enorme de alimento previamente aquecida.
3.O primeiro prato (entrada), seja ele frio ou quente, já deverá estar servido quando os convidados se dirigirem à sala de jantar, o que evitará um trabalho extra para a copeira.
4.Programar a sobremesa de modo a que possa ser servida em pratos individuais, os quais já estarão arrumados na cozinha aguardando o fim do jantar.
5.Sirva o café e os licores na sala (hall). É mais simpático e mais interessante, pois evita que os convidados permaneçam à mesa, esperando que a copeira retire os pratos da sobremesa, e assim aproveite essa passagem para mostrar o home theater e outros ambientes.
O arranjo de mesa requer, naturalmente, uma atenção especial, .(Aproveite e use as flores que acabaram de chegar com os amigos, ou improvise um vaso de vidro bem simples repleto de limões verdinhos).
A toalha pode ser um linho , um tecido adamascado ou mesmo um estampado. Serviços americanos também vão bem. Acabado o jantar, hora de conversar, e planejar a decoração do restante da casa.

 

Lu Lima é colunista do blog da Fernandez Mera e trabalha com ‘Produção de Eventos e Mesas Especiais.’

Créditos da matéria:

Louças e talheres – Taipan Trading

Guardanapos – TJ Maxx

Porta guardanapos – Divine Decor NY

Foto - Tablescapes

Produção- Lu Lima - Todas as peças são comercializadas no Brasil por Projeto Festa Montagens Especiais!





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26 de janeiro de 2012

Como as pessoas estão se adaptando ao fim das sacolas plásticas?

A NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL ONLINE esteve em dois supermercados paulistanos para saber como os consumidores estão se adaptando à mudança

 
“Atenção senhores clientes, informamos que a partir do dia 25 de janeiro não forneceremos mais sacolas plásticas gratuitas. Obrigado”. Avisos sonoros soam nos supermercados da capital paulista com a intensão de preparar os consumidores para a suspensão da distribuição gratuita das sacolas plásticas. As grandes redes de varejo também têm cartazes e banners que anunciam a mudança e incentivam os clientes a mudarem seu hábito.A NATIONAL GEOGRAPHIC ONLINE visitou na quarta-feira (18) dois supermercados em São Paulo: uma loja da rede Pão de Açúcar na Vila Clementino, Zona Sul de São Paulo, que já suspendeu a distribuição das sacolas plásticas, e o supermercado Andorinha, na Zona Norte da capital paulista, que ainda dava sacolas de plástico comuns aos clientes no caixa.

A professora aposentada Rosemary Mota Ravanini, que fazia compras no Pão de Açúcar da Vila Clementino, é a favor da mudança. “Já passou da hora dos supermercados abolirem às sacolas plásticas, pois elas demoram muito tempo para se decompor na terra”, disse Rosemary. “Eu sou a favor da retirada das sacolinhas. Minha filha é ecologista, então ela me deu várias sacolas retornáveis, que utilizo sempre que venho aqui.”

Na loja da Vila Clementino, a NATIONAL também encontrou clientes que preferiram comprar as sacolas compostáveis (saiba mais sobre os tipos de sacolas plásticas) vendidas a R$ 0,20, como a farmacêutica Simone Grigoleto. “Eu prefiro as sacolas retornáveis, mas como estou comprando pouca coisa, preferi a sacola plástica”, afirmou Simone, que trabalha na região do supermercado.

Consumidores são pegos de surpresa, às vezes, ao descobrir que precisam pagar pelas sacolinhas plásticas. “Eu estava passando por aqui e decidi comprar um pãozinho e quando fui pagar, descobri que a sacolinha também era cobrada”, contou a dona de casa Liliana Francesquini Freire, que não concorda com o fim das sacolinhas. “A gente reaproveita as sacolas plásticas como saquinho de lixo, por exemplo”, completou.

Quando chegam ao caixa, há clientes que lembram que não trouxeram uma sacola reutilizável, caixa ou carrinho de compras. “Ecologicamente eu acho bacana, mas atrapalha um pouco, porque você sempre encontrava sacolas plásticas nos caixas do mercado”, afirma o publicitário Aldo Valentino. “Eu procuro me adaptar. Às vezes eu me esqueço de trazer a sacola retornável e acabo comprando outras, por isso, já tenho mais de dez”.

Segundo o gerente da unidade da Vila Clementino, Uilton Oliveira Leite, a rejeição dos consumidores à medida foi baixa. “Grande parte dos nossos clientes já utilizava as opções retornáveis, por isso não perdemos tantos clientes por não fornecer sacolas plásticas”, afirma Leite. “Teve uma parte que preferiu frequentar outros supermercados da vizinhança, já que eles ainda oferecem as sacolinhas”, completou. De acordo com o gerente, uma pesquisa foi feita entre os consumidores daquela loja e a maioria foi favorável à retirada das sacolas plásticas.

No supermercado Andorinha, no bairro Cachoeirinha, Zona Norte da capital, a maior parte dos clientes ainda utilizava as sacolas plásticas. Na visita à loja, no dia 18 de janeiro, as sacolas plásticas comuns ainda estavam sendo distribuídas no caixa. A cada dez minutos, um aviso sonoro na loja dizia que a partir do dia 25 de janeiro, as sacolinhas não estariam mais disponíveis. As sacolas retornáveis ainda são pouco expostas nos 77 caixas do mercado.

Adaptado às mudanças, o perito judicial José Alberto de Matos não usa sacolas plásticas há mais de seis meses. Mesmo tendo esquecido suas sacolas retornáveis, utilizou as caixas de papelão oferecidas pela loja para embalar suas compras. “Eu acho essa iniciativa perfeita. A gente tem que ajudar ao meio ambiente, pois sabemos que as sacolas plásticas são bastante agressivas à natureza”, contou Matos. “Isso precisa ser estendido para outras coisas, pois estou levando minhas compras em caixas de papelão, mas tem um monte de produtos com embalagens plásticas que estou levando”, completou o perito, que afirma que recicla as caixas após o uso.

A dona de casa Katia Scarpin Silva crítica a mudança. “Eu acho que isso é um lobby dos empresários dos supermercados para não mais fornecerem as sacolinhas plásticas gratuitamente”, diz. “Eu não vou ter o trabalho de trazer uma sacola retornável para o supermercado, vou continuar comprando as plásticas.”





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25 de janeiro de 2012

Feliz Aniversário São Paulo!