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14 de março de 2017

Entenda as mudanças do FGTS para a compra do seu imóvel

No mês passado o Conselho Monetário Nacional mudou as regras para a utilização do FGTS na compra de imóveis novos. Em 2017 poderão ser financiados com o Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) imóveis de até R$1,5 milhão. A regra vale para todos os estados brasileiros e para contas ativas e inativas.
Antigamente, o limite era de R$950 mil para quem desejava comprar empreendimento em São Paulo, Minas Gerais, Distrito Federal e Rio de Janeiro. No restante do país, o limite era de R$800 mil.
O objetivo do governo é estimular a construção civil, que no último ano cortaram milhares de vagas. Além disso, essa é uma oportunidade para quem deseja comprar um imóvel e ter facilidade de pagamento.
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20 de novembro de 2014

Comprador de imóvel na planta ganha mais proteção

A partir do último dia 7, quem comprar um imóvel na planta não correrá mais o risco de perder a unidade caso a construtora passe por problemas financeiros durante o período de construção do empreendimento.

A regra faz parte da Medida Provisória (MP) 656, anunciada em agosto pelo ministro da Fazenda Guido Mantega. O objetivo das novas medidas é incentivar o financiamento de imóveis na planta ao dar maior segurança para os compradores.

De acordo com o advogado Olivar Vitale, especialista em direito imobiliário e conselheiro jurídico do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi), a legislação não fazia nenhuma distinção entre a construtora e os compradores dos imóveis. “Caso a empresa contraísse dívidas, os credores poderiam tomar inclusive as unidades que já haviam sido vendidas pela empresa”.

A partir de agora, os credores poderão apenas se apropriar dos bens que estão em nome da construtora e que ainda não foram comercializados. “Mesmo que os bens da empresa não sejam suficientes para pagar as dívidas, os proprietários dos imóveis estão seguros”, diz o advogado.

A regra não vale para atrasos na obra e falência da construtora. Nesses casos, é recomendável que o empreendimento esteja enquadrado no regime de patrimônio de afetação, que impede que investimentos realizados na obra sejam utilizados em outros empreendimentos pela incorporadora.

A expectativa do governo é de que, com essas medidas, os bancos passem a conceder mais crédito, mesmo diante de um cenário mais incerto da economia no país.

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/





13 de novembro de 2014

Venda de imóveis em São Paulo sobe 55%

O mercado imobiliário na capital paulista deu sinais de recuperação em setembro, com elevação dos lançamentos e das vendas na comparação com agosto. Em setembro, foram vendidos 2.787 imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo, crescimento de 55,1% em relação a agosto. No acumulado de janeiro a setembro de 2014, foram vendidas 14.374 unidades.

Os lançamentos de novos projetos residenciais em setembro somaram 4.018 unidades, alta de 90% em relação a agosto e alta de 35,6% ante setembro de 2013.

O terceiro trimestre representou 37% do total das unidades vendidas e 39% dos lançamentos no ano, sinalizando recuperação frente aos meses anteriores.

A velocidade de vendas – medida pela relação entre o total de unidades vendidas e o total lançado no período mais o estoque de períodos anteriores – foi de 11,1% em setembro. O patamar é o maior em todo o ano de 2014.

A previsão do sindicato é de que o mercado imobiliário na cidade de São Paulo chegará ao fim de 2014 com um total de 24 mil unidades comercializadas e 26 mil unidades lançadas, evidenciando elevação dos estoques.

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/





28 de outubro de 2014

Paulistanos preferem apartamentos e mercado de studios desponta

Com o aumento da população em São Paulo, os grandes terrenos perderam seu espaço e as casas foram substituídas por prédios. Se você acha que a cidade anda muito verticalizada, prepare-se: a tendência é que haja cada vez mais apartamentos.

Pensando nisso e na grande concentração populacional, as incorporadores começam a migrar seus empreendimentos para bairros mais afastados, que automaticamente seão valorizados. Bairros como Mooca e Chácara Santo Antônio são exemplos de que isso já acontece, com um grande crescimento no número de prédios residenciais e comerciais.

Para quem prefere morar em casa, há uma grande movimentação para o interior, em cidades como Campinas e Americana.

Com toda esta mudança no perfil de busca de imóveis, o que se vê é uma proliferação de prédios com menos área externa, mas com bons espaços em sua área social.

 

Fonte: http://www.infomoney.com.br/





16 de outubro de 2014

SP é um dos 10 mercados imobiliários mais quentes do mundo

A discussão não tem fim: o Brasil vive ou não uma bolha imobiliária? Se sim ou se não, mesmo com alta menor no 2º trimestre, São Paulo entra em ranking dos mercados mais aquecidos do mundo.

O cenário atual é de preços desinflando sem despencar, mas isso não foi suficiente para tirar São Paulo da lista top 10 dos mercados imobiliários mais quentes. A cidade está na 10ª posição de uma lista divulgada pelo Global Property Guide com a movimentação nos preços de residência ao redor do mundo nos 12 meses finalizados no segundo trimestre do ano.

O diagnóstico: “o boom continua”, com altas em 34 dos 44 países analisados. Em alguns mercados, o dado está restrito a alguma cidade mais importante, como indicado. Todos foram ajustados pela inflação. Veja o top 10:

  1. Emirados Árabes Unidos (Dubai)
  2. Estônia (Tallin)
  3. Irlanda
  4. Reino Unido
  5. Turquia
  6. Austrália
  7. Nova Zelândia
  8. Islândia
  9. Israel
  10. Brasil (São Paulo)

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/