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17 de agosto de 2017

Saiba por que vale a pena comprar apartamento na crise

Apesar de a palavra “crise” já não estampar os jornais com tanta frequência, a economia ainda não se recuperou totalmente. Mas isso não precisa atrapalhar os sonhos de quem deseja comprar um apartamento, muito pelo contrário. Saiba por que esse pode ser um bom momento para fechar negócio:
Negociação
Como as vendas não estão tão aceleradas quanto antes, as imobiliárias estão disponibilizando mais descontos e promoções. Por isso, você pode ter mais chances de negociar um valor menor ou um prazo mais adequado, que caiba no seu orçamento.
Variedade
Há diversos empreendimentos em construção, na planta e prontos esperando para serem vendidos. As chances de encontrar o apartamento dos sonhos no bairro que deseja e por um preço baixo são maiores agora.
Financiamento
Para incentivar as pessoas a voltarem a comprar, bancos e imobiliários estão oferecendo melhores possibilidades e facilidades. Analise as taxas e, se possível, dê uma entrada alta para diminuir os juros a longo prazo.
Aluguel
Para quem está em dúvida sobre alugar ou comprar, é importante verificar se há algum financiamento que caiba no bolso. Quando as parcelas são menores do que aluguel, é possível comprar o apartamento e ainda guardar um pouco do salário para casos de emergência.





4 de agosto de 2017

Pesquisa indica recuperação do mercado imobiliário

Pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) apontou que o número de lançamentos e vendas em maio foi maior em relação ao mês anterior. A Fipe levou em consideração dados de 20 empresas da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc).
Em maio o total de lançamento foi de 5.827, cerca de 3,1% a mais em relação a abril. Esse salto foi causado principalmente pela grande oferta de empreendimentos imobiliários enquadrados no programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), que somaram 4.820 unidades, alta de 62,3%. Os empreendimentos de médio e alto padrão totalizaram 1.007 unidades no mês, queda de 61,1%.
Vendas
A venda de imóveis em maio foi de 9.581, o que representou um aumento de 12,8%. O crescimento também foi impulsionado pelos produtos Minha Casa Minha Vida, que vendeu 4.439 unidades, 28,3% a mais.  Até maio deste ano, foram vendidos 39.970 imóveis, 1,3% a mais que o mesmo período de 2016.





30 de junho de 2017

Morumbi é bairro mais desejado para a compra do imóvel

Pesquisa realizada pelo portal Moving Imóveis indicou os 15 bairros onde houve maior procura por compra e locação no ano passado, conforme publicado no Estadão. Perdizes, Tatuapé, Mooca e Vila Mariana são bastante procurados tanto por quem deseja comprar quanto alugar.
Localizado na Zona Sul de São Paulo, o Morumbi é o bairro mais buscado para a compra do imóvel e motivos não faltam para isso. Confira:
Arborização
A urbanização do Morumbi começou na década de 1940, por iniciativa do engenheiro Oscar Americano, que prezava muito pela arborização. Em virtude disso, a região é até hoje uma das verdes da capital paulista.
Comércio
O bairro possui diversas opções de comércio, incluindo o Shopping Jardim Sul, onde toda a família, incluindo os cachorros, são bem-vindos e o Shopping Morumbi.
Passeios
Nem é preciso se distanciar do Morumbi para encontrar ótimas alternativas de lazer. A Casa de Vidro, o Parque Alfredo Volpi, o Estádio do Morumbi, Fundação Maria Luísa e Oscar Americano e o Parque Burle Marx são alguns passeios interessantes a se fazer na região.
Empreendimentos
Diversos empreendimentos de alto padrão estão sendo construídos no Morumbi. Esse é o caso do Duo Morumbi da Tishman Speyer. Além da localização privilegiada, o Duo Morumbi se destaca em cada detalhe, que foi pensado para proporcionar o máximo de conforto e sofisticação. Saiba mais: http://www.fernandezmera.com.br/duomorumbi/





14 de março de 2017

Entenda as mudanças do FGTS para a compra do seu imóvel

No mês passado o Conselho Monetário Nacional mudou as regras para a utilização do FGTS na compra de imóveis novos. Em 2017 poderão ser financiados com o Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) imóveis de até R$1,5 milhão. A regra vale para todos os estados brasileiros e para contas ativas e inativas.
Antigamente, o limite era de R$950 mil para quem desejava comprar empreendimento em São Paulo, Minas Gerais, Distrito Federal e Rio de Janeiro. No restante do país, o limite era de R$800 mil.
O objetivo do governo é estimular a construção civil, que no último ano cortaram milhares de vagas. Além disso, essa é uma oportunidade para quem deseja comprar um imóvel e ter facilidade de pagamento.
Aproveite esse momento e confira os empreendimentos da Fernandez Mera: http://www.fernandezmera.com.br/





20 de novembro de 2014

Comprador de imóvel na planta ganha mais proteção

A partir do último dia 7, quem comprar um imóvel na planta não correrá mais o risco de perder a unidade caso a construtora passe por problemas financeiros durante o período de construção do empreendimento.

A regra faz parte da Medida Provisória (MP) 656, anunciada em agosto pelo ministro da Fazenda Guido Mantega. O objetivo das novas medidas é incentivar o financiamento de imóveis na planta ao dar maior segurança para os compradores.

De acordo com o advogado Olivar Vitale, especialista em direito imobiliário e conselheiro jurídico do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi), a legislação não fazia nenhuma distinção entre a construtora e os compradores dos imóveis. “Caso a empresa contraísse dívidas, os credores poderiam tomar inclusive as unidades que já haviam sido vendidas pela empresa”.

A partir de agora, os credores poderão apenas se apropriar dos bens que estão em nome da construtora e que ainda não foram comercializados. “Mesmo que os bens da empresa não sejam suficientes para pagar as dívidas, os proprietários dos imóveis estão seguros”, diz o advogado.

A regra não vale para atrasos na obra e falência da construtora. Nesses casos, é recomendável que o empreendimento esteja enquadrado no regime de patrimônio de afetação, que impede que investimentos realizados na obra sejam utilizados em outros empreendimentos pela incorporadora.

A expectativa do governo é de que, com essas medidas, os bancos passem a conceder mais crédito, mesmo diante de um cenário mais incerto da economia no país.

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/