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29 de agosto de 2017

5 dicas para economizar energia com a geladeira

Muitas pessoas ainda não perceberam, mas a geladeira é um dos eletrodomésticos que mais demanda energia. Além de ser um gasto a mais no final do mês, usar ser consciência é prejudicial ao meio ambiente. Como atualmente é comum haver preocupação com o orçamento e o desgaste ambiental, vale a pena prestar mais atenção em alguns detalhes do dia a dia, para evitar desperdícios:


Geladeira ligada
A Aneel aconselha a deixar a geladeira ligada 24 horas por dia, pois, ao desligar o eletrodoméstico, o aparelho precisa gastar mais energia ao ser religado para refrigerar os alimentos. O desligamento só valerá a pena, se não for necessário o uso da geladeira durante alguns dias, por motivo de viagem, por exemplo.

Alimentos quentes
É importante esperar os alimentos quentes esfriarem antes de serem colocados na geladeira. Os alimentos quentes exigem mais energia para serem gelados, ocasionando gastos desnecessários.
Secar roupa
A geladeira não foi feita para secar roupa. Apesar de esse hábito ser comum, ele não é recomendado, pois sobrecarrega o motor do eletrodoméstico. Além disso, as peças molhadas em contato com a grade têm risco de choque.
Cuidados com o aparelho
É importante que a geladeira fique em local ventilado e afastada da parede e dos raios solares. Também é fundamental descongelar a geladeira frequentemente e regular o termostato de acordo com a estação do ano.
Borrachas de vedação
Vale a pena ainda verificar se as borrachas de vedação estão adequadas. Um teste simples resolve isso: colocar uma folha de papel no meio e fechar o refrigerador. Caso a folha caia, é necessário trocar a borracha, pois ela está causando maior gasto energético.

 





5 de junho de 2016

Preserve o meio ambiente

O conceito de sustentabilidade está muito mais presente entre nós ultimamente, seja pela falta de água, pela seca ou pela conscientização de que devemos deixar este mundo um pouquinho melhor para as próximas gerações.

Mas como aplicar a sustentabilidade em casa? A atitude tem que nascer de cada um. Basta que as pessoas entendam que pequenas ações podem fazer uma grande diferença em conjunto. Banhos mais rápidos, fechar a torneira ao escovar os dentes, reutilizar a água de máquinas de lavar para limpar quintais e garagens, reciclar o lixo, não jogar óleo de cozinha na pia. São pequenas atitudes do dia a dia, que se feitas por muitas pessoas podem gerar um resultado enorme para o meio ambiente.

A palavra de ordem atual é conscientização e coletivo. Pensando nos outros e no todo, cada um terá seu conforto individual. Vamos plantar hoje para colher amanhã?

 





22 de outubro de 2014

Escultura que parece árvore gera água potável a comunidades

Inspirado pela forma exuberante da Warka (uma frondosa figueira nativa da Etiópia), o artista italiano Arturo Vittori criou uma imensa estrutura que produz água através da condensação do vapor.

Chamada de WarkaWater Tower, a escultura é feita com hastes de bambu e junco entrelaçadas, que formam a base da torre. No interior, uma malha de plástico de fibras de nylon e polipropileno funciona como microtúneis ou poros para a condensação. A medida que as gotas de água se formam, elas fluem através da malha e se depositam no recipiente na base da torre.

A WarkaWater Tower consegue fornecer quase 100 litros de água potável por dia. A ideia de Vittori é que pelo menos duas torres sejam instaladas em vilarejos da Etiópia em 2015. Segundo estudo das Nações Unidas, o país é o que tem a menor disponibilidade de água no mundo e a de pior qualidade.

A WarkaWater Tower leva em média uma semana para ser construída por um grupo de quatro pessoas. O artista italiano acredita que as torres possam ser feitas pelas próprias comunidades, com material disponível localmente, tornando este um projeto sustentável e de longo prazo.

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/





8 de outubro de 2014

Sustentabilidade: como aplicá-la em casa?

 

 

O conceito de sustentabilidade está muito mais presente entre nós ultimamente, seja pela falta de água, pela seca ou pela conscientização de que devemos deixar este mundo um pouquinho melhor para as próximas gerações.

Mas como aplicar a sustentabilidade em casa? A atitude tem que nascer de cada um. Basta que as pessoas entendam que pequenas ações podem fazer uma grande diferença em conjunto. Banhos mais rápidos, fechar a torneira ao escovar os dentes, reutilizar a água de máquinas de lavar para limpar quintais e garagens, reciclar o lixo, não jogar óleo de cozinha na pia. São pequenas atitudes do dia a dia, que se feitas por muitas pessoas podem gerar um resultado enorme para o meio ambiente.

A palavra de ordem atual é conscientização e coletivo. Pensando nos outros e no todo, cada um terá seu conforto individual. Vamos plantar hoje para colher amanhã?

 

Fonte: http://www.atitudessustentaveis.com.br/





6 de outubro de 2014

Edifícios sustentáveis x Edifícios verdes: afinal, existe diferença?

 

Com certeza você já ouviu falar em edifícios sustentáveis e edifícios verdes. Mas, qual a diferença entre eles? De acordo com estudos de arquitetura e construção sustentável, a classificação de edifício sustentável está mais próxima do conceito de autossuficiência, o que significa que o prédio causa impacto zero no meio ambiente, pois tudo aquilo que consome é compensado pelo que produz ou reutiliza. Na prática, esta classificação se restringe às novas construções, já planejadas desta forma desde a sua idealização.

Já os edifícios que adotam práticas e tecnologias para minimizar os impactos no meio ambiente são considerados edifícios verdes. Vamos explicar: segundo o U.S. Office of the Federal Environmental Executive (OFEE) – instituto responsável pela promoção da sustentabilidade e gestão ambiental das operações do governo americano – prédios verdes são “aqueles que têm maior eficiência no uso de energia, água e materiais, e reduzem o impacto na saúde humana e no meio ambiente por meio de uma melhor localização, projeto, construção, operação, manutenção e gestão de resíduos durante o ciclo de vida do edifício”.

Para serem considerados verdes, os edifícios devem seguir algumas regras e determinações, criando assim uma série de características comuns, como:

  • Uso eficiente de água e energia;
  • Coleta seletiva e gestão de resíduos ativa e eficiente (reciclagem);
  • Aproveitamento de luz natural (solar) e vento;
  • Prioridade para uso de materiais ecologicamente corretos produzidos localmente, com o objetivo de diminuir o gasto com energia necessária para transporte de materiais;
  • Impacto reduzido na região de entorno através da diminuição de emissão de gases de efeito estufa, o que contribui para melhoria na qualidade do ar;
  • Integração dos custos de construção com os custos de operação do edifício ao longo de toda a sua vida útil.

Fonte: http://www.condominiosverdes.com.br/